
Como é bom sentir o frio da natureza.
Nos faz lembrar de como tudo tem dois lados,
mesmo que não hajam dualidades.
Temperatura.
De quente a frio.
Intensidade.
É assim durante toda a jornada.
Altos e Baixos.
Ondas
Frequências
Vibrações.
As ruas mudam.
Os casais andam mais abraçados.
Todo mundo mais agasalhado.
Gorros, toucas, luvas, cachecóis...
E os vendedores de picolé tiram férias.
As árvores já mais leves,
as praças recobertas pelas folhas amareladas.
O vento, venta cortante.
O nariz, a boca e as orelhas... geladas.
Aí eu me pergunto...
Como não percebi toda essa mudança?
Rotina.
Tédio.
[Pré]ocupações.
NOTA:
Viver intensamente o presente.
Aproveitar o máximo do dia.
Olhar pro mundo e ver a beleza das coisas mais simples.
Do sol nascente e poente.
Da lua no quarto crescente, que às 3 da tarde já está no céu.
Das nuvens imensas em formato de concha, que hoje, mais pareciam a parte superior de uma ostra, e a Terra...
a pérola do seu interior.
As nuvens... essas sim,
podem ser tudo o que quiserem
sem nem ao menos querer.
Dias gelados me fazem enchergar, e sentir novamente minha conexão com a energia sagrada, criadora de todo o universo.
Bruno
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